TERAPEUTAS
André Gandur
Marilene Coelho

 
 

 


 

Baixa umidade do ar e os cuidados necessários

 
 

Para reduzir os riscos de danos à saúde causados pela baixa umidade, alguns cuidados são fundamentais, nos ajudando a viver com mais qualidade de vida em um dos períodos mais secos do ano.

No inverno, embora a temperatura fique mais amena em muitas regiões do Brasil, a umidade do ar cai drasticamente. Na porção sul do Brasil o clima fica mais frio e seco, já na parte mais ao norte, a sensação é de abafamento e clima também seco.

Com o clima assim, nosso organismo acaba sofrendo como um todo. Por isso é importante redobrarmos a atenção em relação a alguns cuidados. Além de aumentar a ingestão de líquidos, especialmente de água, listamos algumas dicas para amenizar a baixa umidade.

Mantenha sempre a hidratação na baixa umidade

Para evitar a desidratação, procure beber muita água, mesmo sem estar com sede. Além disso, na hora das refeições, escolha alimentos (frutas e vegetais) ricos em água. Melão, melancia, laranja, abobrinha, entre outros, são bons exemplos. É importante, também, ter muita atenção à hidratação de crianças e idosos.

Ao sair de casa, leve sempre uma garrafinha de água, evitando ficar longos períodos sem hidratação. Outro cuidado importante é evitar alimentos muito salgados ou condimentados, que podem causar retenção de líquidos e aumento da pressão arterial.

 Procure deixar o ambiente umidificado
Espalhe panos (toalhas) úmidos ou mesmo baldes com água pelos ambientes da casa, especialmente nos quartos, durante a noite. Uma alternativa, mais eficiente, é utilizar um umidificador de ar.

Outro ponto importante é tentar deixar as vias aéreas umidificadas. Esse é um cuidado essencial para evitar a congestão nasal e reduzir o risco de doenças respiratórias. Para tanto, basta aplicar soro fisiológico nas narinas, algumas vezes ao dia ou sempre que sentir desconforto. Mais uma vez, idosos e crianças merecem atenção especial.
O uso de nebulizadores e inaladores, apenas com soro fisiológico, também é bastante eficiente para a umidificação das vias aéreas.

Não faça exercícios físicos nos horários de sol forte
A prática de exercícios físicos deve ser evitada entre 10h até às 16h, especialmente se for ao ar livre, em centros urbanos, onde a concentração de poluentes no ar é naturalmente maior. Prefira o início da manhã ou fim da tarde.

Além disso, é importante utilizar produtos específicos para hidratar a pele do rosto e do corpo, pelo menos uma vez ao dia. Para evitar o ressecamento, banhos com água muito quente não são recomendados.

Como você percebeu, o tempo seco pode trazer graves consequências à saúde, agravando os sintomas de doenças respiratórias e causando outros problemas, como dor de cabeça, sangramento nasal, risco cardíaco, entre outros. Por isso, é fundamental investir nos cuidados preventivos.

Fonte: https://www.institutomix.com.br/blog/baixa-umidade-do-ar-e-os-cuidados-necessarios/

 

 

 

Cuidados com o Umidificador de Ar

 
 
Em dias e noites mais quentes e secas, é normal que as pessoas recorram ao umidificador para deixar o ar mais agradável. Isso sem falar nas questões de saúde, uma vez que o ar muito seco desidrata a mucosa do nariz, da garganta e da faringe, provocando inflamações nestes locais e agravando o quadro de quem já sofre com problemas respiratórios (rinite, faringite, sinusite e asma, por exemplo). O umidificador se torna um aliado no combate a estes problemas quando a meteorologia avisa que vêm dias e noites muito secas pela frente.

Mas vale um aviso importante: o umidificador precisa ser usado com moderação e alguns cuidados devem ser observados. Caso contrário, o aparelho não resolverá adequadamente o problema da umidificação do ar e ainda se tornará mais uma ameaça para a saúde respiratória.

Cuidados Básicos
Não é recomendável deixar o umidificador ligado no quarto a noite toda. Sem o sol, a umidade do ar já aumenta naturalmente, e o excesso de umidade promovido pelo aparelho passa a ser um problema. O principal deles é o aparecimento de mofo e bolor, que vão provocar problemas, especialmente para os alérgicos. O ideal é deixá-lo ligado, no quarto por três ou quatro horas seguidas e desligá-lo antes de deitar.

Ao cada uso, é essencial lavar o umidificado. Utilize sabão neutro e um pano ou esponja, e depois seque bem. Toda umidade retida no aparelho também vira um foco de fungos e outros microrganismos que serão jogados no ar e provocar problemas caso não seja feita a higienização.

Confira outras dicas importantes:

  • Nunca deixe o bico do umidificador virado para a parede, pois se formará um excesso de umidade que vai atrair mofo e bolor;
  • Não deixe o equipamento próximo a eletrodomésticos;
  • Escolha sempre uma superfície lisa e firme, com o aparelho e o fio longe do alcance de crianças.

Além da umidificação do ar, não se esqueça de hidratar o corpo! Beba muita água durante o dia, e hidrate o nariz!

Fonte: https://www.libbs.com.br/saude/cuidados-umidificador

 

 

Aquecedor elétrico faz mal para a saúde?

 
 

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Uma das alternativas para amenizar o frio intenso é utilizar aquecedores elétricos. O problema é que, embora o aquecedor seja útil para aquecer o ambiente, também pode causar problemas de saúde. Por exemplo, o ambiente fica mais seco.

Cuidados com o aquecedor
Inicialmente, vale reforçar alguns cuidados com o uso do aquecedor em casa. Assim, a recomendação é nunca deixar próximo de local com água, pois pode cair e causar um curto, e até incêndio. Além disso, nunca deixe em funcionamento por muito tempo, evitando assim o derretimento dos polos de eletricidade, o que também pode gerar um curto.

Por isso, o ideal sempre é utilizar aquecedores que consigam climatizar o ambiente, ou seja, desligam-se automaticamente quando determinada temperatura é atingida. Outro ponto importante é que, apesar dos preços acessíveis, os aparelhos podem gerar um gasto excessivo na conta de luz, por isso é importante utilizá-lo com parcimônia.

Os prejuízos do aquecedor para a saúde

A principal consequência do uso constante do aquecedor elétrico é notada nas vias aéreas. Assim, pode estimular processos de rinite, asma e bronquite. Além disso, pode gerar sintomas irritativos e alérgicos, como coceira nos olhos, garganta e nariz e até mesmo sangramentos nasais espontâneos. A tosse seca prolongada também pode se agravar em situações de baixa umidade.

Por fim, aquecer em excesso o ambiente pode provocar aumento de temperatura corporal, desconforto e até desidratação em situações extremas, especialmente em bebês, crianças e idosos.

Recomendações

O ideal é sempre manter bons níveis de umidade no ar, principalmente em dormitórios durante a noite e em locais com crianças e bebês abaixo de dois anos. Dessa forma, o uso de bacias de água, toalhas e panos molhados ou mesmo umidificadores de ambiente são muito úteis nessas situações.

Sempre mantenha a janela ou porta aberta para ventilação e circulação do ar para evitar aquecimento excessivo.
A recomendação é não utilizar o aparelho por longos períodos. Assim, o ideal é utilizar o aquecedor apenas para elevar a temperatura do ambiente, e depois desligá-lo.

A hidratação deve caminhar lado a lado de quem utiliza o aquecedor. Por isso, beba bastante água para compensar o ressecamento que o objeto causa.

Para aliviar o ressecamento das vias aéreas, a recomendação é fazer lavagem nasal com soro fisiológico, pois ajuda a equilibrar a umidade do nariz.

Fonte: https://vitat.com.br/aquecedor/
Fernanda Lima - 26 de May, 2022


 

 

Tempo seco:  formas de reduzir os efeitos da baixa umidade

 
 
O tempo seco pode prejudicar a saúde e o bem-estar. A Organização Mundial da Saúde (OMS) indica que o índice adequado de umidade do ar varia entre 50% e 80%, sendo que uma umidade abaixo de 30% pode aumentar os potenciais riscos à saúde dos seres humanos, gerando incômodos e desencadeando doenças. Para além desse fato, o tempo seco também agrava a poluição, pois dificulta a dispersão dos poluentes do ar.

Alguns cuidados podem minimizar os efeitos e os riscos à saúde que o tempo seco provoca, melhorando a respiração e o bem-estar. Confira os principais:
  • Hidrate-se constantemente: O ideal é beber ao menos 2 litros de água por dia, então, mesmo que você não sinta sede, lembre-se de manter esse hábito.

  • Aposte em uma alimentação saudável: Evite alimentos ricos em sal e condimentos
  • Combata o ressecamento das vias aéreas: Aplicar soro fisiológico nas narinas pode reduzir o risco de doenças respiratórias, congestão nasal e desconfortos.

  • Evite exposição solar

  • Umidifique o ambiente: Os umidificadores de ar são uma alternativa muito eficiente para combater os efeitos do tempo seco em sua casa.

  • Escolha bem o horário da prática de exercícios: Quando o tempo está seco, não é recomendado praticar exercícios físicos entre 10h e 16h, especialmente ao ar livre.

  • Mantenha a hidratação da pele: Use hidratante no rosto e corpo ao menos uma vez no dia.

Fonte:https://summitsaude.estadao.com.br/saude-humanizada/tempo-seco-8-formas-de-reduzir-os-efeitos-da-baixa-umidade/

 

 

Pele seca: o que fazer e como cuidar

 
 

A pele seca deve ser cuidada diariamente para garantir a boa hidratação, manter a barreira de proteção natural da pele e a renovação celular adequada. Para isso, é fundamental evitar banhos muito quentes, não usar buchas ou escovas de banho, e passar um bom creme hidratante sempre após o banho.

Estes cuidados podem ajudar a curto ou longo prazo, tanto no tratamento como na prevenção da pele seca. Além disso, para manter a pele hidratada e sem ressecamento por mais tempo, deve-se garantir uma boa hidratação do corpo ingerindo bastante água por dia, evitar o estresse e dormir pelo menos 8 horas por noite.


Cuidados diários com a pele seca

  • Evitar o uso de buchas ou escovas de banho
  • Evitar banhos muito quentes
  • Usar um sabonete hidratante
  • Passar creme hidratante no corpo
  • Evitar ficar de frente para o ar condicionado
  • Beber 8 copos de água por dia
  • Esfoliar regularmente a pele
  • Evitar o estresse
  • Dormir 8 horas por noite
  • Ter uma alimentação saudável

Fonte:https://www.tuasaude.com/tratamento-para-pele-seca/

 


 

ALGUMAS DICAS PARA PROTEGER OS OLHOS

 
 

Passar o dia no computador ou no celular é um hábito adquirido difícil de perder. Mas todo esse tempo em frente à tela pode prejudicar a nossa visão, deixando os olhos secos e cansados, além de provocar dor de cabeça e insônia.

Quando passamos muito tempo no computador ou celular, piscamos com menos frequência. O normal é piscar cerca de 15 ou 20 vezes por minuto, mas em frente às telas, esse valor cai para menos da metade. Além disso, o contraste do texto com o fundo, o brilho e a tremulação das telas podem cansar os olhos.

A fadiga ocular também pode resultar de olhar para telas sem usar óculos em casos de hipermetropia, quando a pessoa tem dificuldades para enxergar de perto. O esforço pode provocar dor de cabeça.

Além de prejudicar a saúde dos olhos, ficar horas sentado na frente do computador ou smartphone significa menos tempo de atividade física. O sedentarismo, por sua vez, está relacionado a uma série de doenças, como as cardiovasculares, e prejudica o humor.

Ficar o dia todo olhando para telas também pode estimular o cérebro e prejudicar a qualidade do sono.

Dicas
1 - Ajuste os seus aparelhos

  • Aumente o contraste na tela
  • Aumente o tamanho do texto
  • Altere o brilho da tela para que não fique nem mais claro nem mais escuro do que o ambiente
  • Abaixe a temperatura da cor da tela, para que emita menos luz azul, o que está relacionado com mais fadiga ocular

2 - Mantenha a tela mais longe dos olhos

  • Certifique-se de que a tela do computador esteja a um braço de distância do seu rosto. O centro da tela deve estar cerca de 10 a 15 graus abaixo dos olhos.

 3 - Use um filtro de tela

  • Os filtros de tela são baratos e podem ser colocados no computador, celular ou tablet. Eles ajudam a filtrar a luz azul, que provocam mais fadiga ocular.

 

4 - Faça pausas e use a regra de 20 minutos

  • Faça uma pausa de pelo menos 15 minutos após usar os aparelhos durante duas horas. Além disso, siga a regra dos 20 minutos: a cada 20 minutos, olhe por um objeto que esteja mais longe da tela por pelo menos 20 segundos.

5 - Use colírios sob recomendação médica

  • Você pode usar colírios para hidratar os olhos quando estiverem muito secos, mas lembre-se de solicitar a prescrição médica ao oftalmologista.

6 - Ilumine o ambiente de forma adequada

  • Você terá de forçar mais a vista se estiver em frente à tela em um local mal iluminado, como no quarto escuro. À noite, recomenda-se acender uma luminária para evitar futuros problemas oculares.

7 - Use um umidificador

  • Colocar um umidificador no ambiente onde você usa o computador ao longo do dia pode ajudar a evitar o ressecamento dos olhos.

8 - Consulte o oftalmologista com regularidade

  • Faça visitas ao oftalmologista com regularidade, principalmente se estiver sentindo algum desconforto nos olhos. Você pode precisar de um par de óculos apropriados para passar o dia na frente da tela.

Fonte:https://www.danonenutricia.com.br/adultos/saude/proteger-olhos-exposicao-telas

 


 

Como descobrir qual é o tipo de protetor solar adequado para seu tipo de pele?

 
 


O uso do protetor solar é uma das medidas mais importantes para a manutenção da saúde diária da pele, especialmente tendo em vista os efeitos danosos da radiação solar. Além das queimaduras, no curto prazo, a exposição desprotegida aos raios UV acelera o envelhecimento cutâneo e é um fator de risco para o câncer de pele. No entanto, antes de investir em um protetor, é importante procurar um produto que se adeque ao seu tipo de pele, para garantir a máxima proteção e evitar problemas como, por exemplo, a oleosidade excessiva.

Protetor solar deve se adequar ao seu estilo de vida e tipo de pele!

Como é um produto que deve ser usado diariamente, é importante que a sensação do protetor solar na sua pele não seja desagradável, ou que a textura não seja incômoda. Felizmente, é possível encontrar diversos tipos de protetores solares nas prateleiras, voltados para diferentes propósitos. Caso você tenha dificuldades, um dermatologista pode ser um grande aliado nesse momento. “A melhor forma de descobrir o protetor solar ideal para cada paciente é durante a consulta dermatológica”, afirma a dermatologista Cinthya Basaglia Fonseca.

A recomendação sobre qual é o melhor protetor solar não se limita às características da pele (seca, oleosa ou mista).
Condições cutâneas e até mesmo o estilo de vida podem influenciar na melhor recomendação de um profissional. “Avaliamos o tipo de pele do paciente e vemos, por exemplo, se tem melasma ou se precisa de um protetor específico para prática esportiva”, explica Cinthya. “Pacientes com melasma, por exemplo, devem dar preferência ao filtro com cor, pois o pigmento faz uma barreira maior para a pele, tornando-a mais protegida”.

Filtro solar deve ser reaplicado durante o dia

A proteção solar é mais associada a dias na praia ou piscina, mas esse é um equívoco perigoso. O produto deve ser aplicado diariamente e reaplicado durante o dia, com maior frequência se você suar muito. Até mesmo dias nublados são
perigosos, já que as nuvens não são capazes de filtrar os raios ultravioleta e seus efeitos nocivos.

Uma informação importante para sempre ficar de olho é o fator de proteção solar (FPS), um valor que determina o tempo que sua pele fica protegida do sol. “É importante sempre optar pelo fator de proteção maior ou igual a trinta”, completa a dermatologista.

Fonte: https://cuidadospelavida.com.br/meu-corpo/pele/como-descobrir-protetor-solar-adequado-para-tipo-de-pele

 
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