TERAPEUTAS
André Gandur
Marilene Coelho

 
 

 

Chá de Maracujá

 
 



As folhas, caules e flores da planta passiflora são usados para fazer chá de maracujá, que costuma ser utilizado para aliviar a ansiedade.

Um estudo descobriu que o chá de maracujá também melhorou significativamente a qualidade de sono. Outra pesquisa mostrou que a planta pode aliviar os sintomas de ansiedade, irritabilidade e agitação.

A Passiflora é um gênero botânico com cerca de 465 espécies, das quais de 150 a 200 são nativas do Brasil. O uso mais conhecido da planta é a partir de seu fruto, o maracujá. Por meio dele, é possível se beneficiar de vitaminas (A, C e do complexo B) e de sais minerais, como potássio, ferro e cálcio. Outras partes da planta também podem ser aproveitadas.

Apesar de sua propriedade mais difundida como calmante, a passiflora apresenta benefícios diversos e múltiplas formas de uso, principalmente na medicina natural alternativa. Esta planta está inserida principalmente no campo da medicina homeopata, como forma de remédio para diversas patologias, incluindo ansiedade.

Benefícios da Passiflora

As diversas espécies do gênero têm ações tranquilizante, ansiolítica e antidepressiva, oferecendo melhor qualidade de sono e combatendo a ansiedade. Por causa disso, a passiflora pode auxiliar a emagrecer, agindo no controle da compulsão alimentar.

A passiflora tem funções antiespasmódica (combate contrações involuntárias dos músculos do corpo) e diurética. Ela também pode ser indicada para o tratamento de dores de cabeça de origem nervosa, como perturbações e inquietudes.

Pode Acalmar seu Estômago
Outras espécies da família Passiflora podem ajudar a tratar problemas estomacais. A Passiflora foetida, por exemplo, em um estudo publicado no Indian Journal of Pharmacology, demonstrou potencial para tratar úlceras estomacais.
Em outro estudo relatado na BioMed Research International, cientistas examinaram a Passiflora serratodigitata e também concluíram que a planta tem potencial para tratar úlceras.

Contraindicação

Apesar dos benefícios comprovados do fitoterápico de origem natural, não se recomenda a automedicação da passiflora. E é importante o acompanhamento por um homeopata ou com um terapeuta para a manipulação correta. Além disso, pessoas com pressão arterial baixa não devem consumir a planta.

Chá de Passiflora (folha de maracujá)

Para preparar o chá de passiflora coloque 200 ml de água para ferver e desligue o fogo. Insira a água numa xícara e acrescente uma colher de sopa de folhas secas de maracujá. Tampe a xícara por dez minutos. Coe e aproveite!

Fonte: https://www.ecycle.com.br/passiflora/

 

 

 

Chá de Amora

 
 

O chá de folha de amora é proveniente da amoreira, uma árvore indígena oriunda do continente asiático que se espalhou para outras partes do mundo, incluindo o Brasil. Os chineses cultivam amora há mais de 3.000 anos. Na medicina tradicional chinesa, a folha de amora também é utilizada para desintoxicar o fígado, melhorar a visão, aliviar sintomas de tosse e resfriado, curar tonturas, limpar o sangue, melhorar diarreia, tratar dor de estômago e prevenir envelhecimento precoce da pele.

A amora é muito rica em antocianina, uma substância que confere propriedades como efeitos antioxidantes, anti-inflamatórios, reforço para a memória de curto prazo, prevenção do glaucoma e proteção ao coração.


O chá de amora pode ser utilizado para prevenir e tratar a diabetes. Isso porque ele contém um composto químico, chamado 1-desoxinojirimicina (DNJ), que diminui os níveis de açúcar no sangue após as refeições ricas em carboidratos.

O extrato de folhas de amora pode diminuir o acúmulo de placas de gordura nas artérias, condição também conhecida como aterosclerose, diminuindo o colesterol ruim.

A folha do chá de amora é riquíssima em vitaminas, minerais essenciais e radicais livres. O chá de folha de amora possui 25 vezes mais cálcio que a mesma quantidade de leite de origem animal.
 
 

Manter os níveis de cálcio saudáveis contribui para a manutenção da saúde dos ossos, previne câncer de cólon e reduz o risco de obesidade. O potássio presente na folha de amora contribui para a manutenção da saúde cerebral, prevenindo acidente vascular cerebral, controla a pressão arterial, ansiedade, estresse, distúrbios cardíacos e renais.

O chá de folha de amora também é rico em magnésio, um elemento necessário para mais de 300 reações bioquímicas no corpo. O magnésio ajuda a manter o funcionamento muscular e nervoso, ajuda a controlar o ritmo cardíaco, contribui para o sistema imunológico, mantém os ossos fortes, regula os níveis de açúcar no sangue, mantém a pressão sanguínea normal e dá suporte para o sistema metabólico e para a síntese de proteínas.

Além disso, o ferro presente no chá de amora contribui para a prevenção de deficiência de ferro e anemia.
A vitamina A melhora a imunidade, contribui para a saúde da pele e dos olhos, previne pedras nos rins, acne, câncer e atua como antioxidante.

Já a B1, também presente no chá de folha de amora, previne doenças cardiovasculares e do sistema nervoso. Ela também contribui para a produção de energia, manutenção da bainha de mielina e função cardíaca. A vitamina B2 encontrada no chá de folha de amora contribui para o alívio dos sintomas da asma, melhora a atividade da tireoide e do sistema imunológico.

A vitamina C, outro componente do chá de folha de amora, ajuda a tratar os sintomas do resfriado, estimula o sistema imunológico, reduz a hipertensão, diminui a toxicidade do chumbo, contribui para o tratamento da catarata e do câncer, combate o derrame, mantém a elasticidade da pele e melhora feridas.

O chá de amora inibe naturalmente a absorção de carboidratos. A 1-desoxinojirimicina presente na folha de amora inibe uma enzima no trato intestinal (alfa-glicosidase) envolvida na digestão de carboidratos. Isso significa que os alimentos ricos em carboidratos e amido, como pão, arroz, macarrão e batatas, não se transformam em glicose no corpo.

O chá da folha de amora também é utilizado para aliviar sintomas da menopausa e da cefaleia e irritação que ocorrem no período pré-menstrual. Isso se deve à presença de flavonoides, especialmente as isoflavonas.

Efeitos colaterais

Para quem possui problemas como hipoglicemia (nível de açúcar baixo no sangue), tomar muito chá de amora talvez não seja uma boa ideia, tendo em vista que a folha da amora possui a propriedade de reduzir ainda mais o nível de açúcar sanguíneo.

Pessoas que tomam medicamentos para controlar a diabetes são aconselhadas a evitar beber chá de amora, pois ele pode interagir com a medicação e causar hipoglicemia. Caso você queira combinar os efeitos do remédio com os efeitos do chá de amora, sua médica ou médico pode reduzir a quantidade de medicação para diabetes.
Se você consumir produtos de amoreira e desenvolver urticária, pulsação acelerada, inchaço, dificuldade para respirar ou outros sintomas agudos, interrompa o uso e entre em contato com uma médica ou médico imediatamente.
Como escolher o Chá de Amora

Para fazer chá de amora, você pode colher as folhas da amoreira mais próxima de sua casa (desde que não esteja plantada em terreno contaminado). Se você optar por comprar, é indicado que dê preferência aos orgânicos.

Como preparar o Chá de Amora

  • Coloque duas colheres de chá de folha de amora em infusão em 250 ml de água (equivale a um copo americano de água).
  • Deixe por dez minutos e, pronto, pode consumir.
 

 

Folha e Chá de Louro
Usos e Benefícios

 
 
A folha de louro vem do loureiro, uma árvore que atinge até dez metros de altura e é conhecida cientificamente como Laurus nobilis. As folhas de louro podem ser colhidas e utilizadas durante todo o ano. Seus frutos, entretanto, semelhantes a pequenas azeitonas escuras, são colhidos apenas durante dois meses do ano. Sendo do mediterrâneo, o louro é muito cultivado em vários jardins da Itália, mas também é possível cultivá-lo no Brasil.

Muito usada na culinária em diversos pratos como sopas, legumes, chá e molhos, a folha de louro proporciona diversos benefícios para a saúde, como controlar os níveis de açúcar no sangue e o colesterol, tratar feridas, entre outros.

A infusão de louro é usada para aliviar dores de estômago ou cólica, pois promove a digestão e ajuda a expelir os gases do trato gastrointestinal.

Preparo

Use de três a quatro folhas para preparar o chá de folhas de louro. Deixe a folha de louro na água fervente por cerca de dez minutos e tome entre duas ou três xícaras ao dia.

Contraindicações

Quando consumido em exagero o louro pode causar sonolência, cólicas abdominais, diarreia e dor de cabeça. O uso tópico pode causar erupções cutâneas e dermatites em pessoas hipersensíveis à planta. O consumo diário de louro, e acima de tudo os remédios naturais que utilizam o louro em sua composição, são contraindicados para mulheres grávidas, pois podem estimular o aborto. Além disso, os remédios naturais de louro não são recomendados para crianças.

Fonte: https://www.ecycle.com.br/cha-de-louro/#Beneficios-do-cha-de-louro

 

 

Romã

 
 
A romã é uma fruta que contém compostos funcionais como flavonoides, quercetina e ácido elágico, que são antioxidantes que podem ajudar a prevenir o Alzheimer e alguns tipos de câncer, e a controlar a pressão alta, além de ter efeito anti-inflamatório e antisséptico, ajudando a aliviar a dor de garganta, por exemplo.

A romã é uma fruta levemente doce e as sementes podem ser consumidas in natura ou utilizadas para fazer sucos, saladas e iogurtes. Já as cascas, folhas e caule da fruta podem ser usadas para fazer chás. Como suplemento alimentar, é comum a indústria usar o extrato desidratado da casca e também o óleo concentrado das sementes da romã para prevenir o envelhecimento precoce e melhorar o sistema imunológico.

Como fazer o chá de romã
As partes que podem ser utilizadas para fazer o chá da romã são a casca, o caule, as folhas e as flores.

Para fazer o chá da romã, é só ferver 1 xícara de água em uma panela e adicionar 10 gramas da casca da fruta, desligando o fogo em seguida e abafando a panela por 10 a 15 minutos. Após esse período, deve-se coar e beber o chá morno de 2 a 3 vezes por dia.

Além do chá, também pode-se utilizar o suco de romã, que é feito apenas batendo 1 romã com 1 copo de água no liquidificador e bebendo em seguida, de preferência sem adicionar açúcar.

 Possíveis efeitos colaterais
O consumo da casca e do caule da romã em grandes quantidades é tóxico e pode causar efeitos colaterais como náuseas e vômitos ou ainda uma grave intoxicação, que pode levar à morte por parada respiratória.

Por segurança, a romã não é recomendada para crianças menores de 2 anos. Assim como deve ser evitada a ingestão por gestantes, mulheres que amamentam e pessoas que tenham gastrite, já que pode irritar o estômago.

Fonte: https://www.tuasaude.com/roma/

 

 

Mulungu (Erythrina verna)

 
 

O mulungu, também conhecido popularmente como mulungu-ceral, árvore-de-coral, capa-homem, canivete, bico-de-papagaio ou corticeira, é uma planta medicinal muito comum no brasil que é usada para trazer tranquilidade, sendo muito usada para tratar quadros de insônia, assim como alterações do sistema nervoso, especialmente ansiedade, agitação e convulsões, já que possui propriedade calmante, anticonvulsivante e hipotensiva.

Algumas das propriedades medicinais comprovadas do mulungu incluem sua ação calmante, analgésica, anti-inflamatória, anticonvulsivante, hipotensiva e antitérmica. Assim, o mulungu é principalmente indicado para tratar alterações do estado emocional, mas também pode ser usado em outras situações, sendo elas:

  • Ansiedade;
  • Agitação e histeria;
  • Ataques de pânico;
  • Estresse pós-traumático;
  • Depressão;
  • Epilepsia;
  • Enxaqueca;
  • Insônia
  • Pressão alta.
 
 

Como preparar chá de mulungu
Uma das partes mais utilizadas do mulungu é a sua casca, que pode ser encontrada na sua forma natural ou em pó para a preparação de chás. As sementes desta planta não devem ser usadas, uma vez que possuem substâncias tóxicas que podem causar sérios danos ao organismo.

  • 4 a 6 g de casca de Mulungu;
  • 1 xícara de água fervente.

Modo de preparo
Colocar a casca de mulungu na água e deixar ferver por 15 minutos. Depois coar, deixar amornar e tomar o chá ainda morno, 2 a 3 vezes ao dia. Evitar tomar por mais de três dias seguidos.

Possíveis efeitos colaterais

Os efeitos colaterais do mulungu são raros, no entanto, alguns estudos indicam que podem surgir efeitos indesejáveis como sedação, sonolência e paralisias musculares.

Contraindicações
O mulungu está contraindicado para crianças com menos de 5 anos, grávidas e mulheres que estão amamentando. Além disso, o mulungu também não deve ser usado por pessoas que usam medicamentos anti-hipertensivos ou antidepressivos, sem supervisão do médico, pois pode potencializar o efeito desses medicamentos.

Fonte: https://www.tuasaude.com/mulungu/

 

 

Cuidados relacionados à Fitoterapia

 
 

  • As plantas medicinais podem apresentar algumas vezes efeitos indesejados, se não forem utilizadas na forma e quantidade orientadas.
  • Os chás devem ser feitos e consumidos no mesmo dia. Não devem ser guardados de um dia para outro.
  • Não substitua remédios químicos por remédios de plantas sem recomendação médica.
  • Nunca utilize mistura de plantas sem orientação de um profissional de saúde que tenha conhecimento de plantas medicinais, existem poucos estudos sobre a interação entre as plantas medicinais;
  • Não utilize plantas cultivadas em locais inadequados, como próximos a fossas, depósitos de lixo ou que tenham sido regadas com água poluída.
  • Dê preferência para plantas a granel ao invés de sachês, a chance de adulteração e misturas é menor e você vai consumir uma bebida de melhor qualidade;
  • Ao realizar um tratamento com medicamentos de uso contínuo, procure seu médico ou farmacêutico, e pergunte se existem problemas no uso com chás. Algumas plantas podem influenciar no efeito do medicamento, diminuindo ou potencializando o efeito terapêutico;
  • Não substituir o consumo de água pelo uso de chás, nenhuma bebida é capaz de substituir o uso da água;
  • Gestantes devem ser orientadas por um profissional da saúde habilitado sobre o uso de chás, principalmente no primeiro trimestre de gravidez.

Fonte: https://www.uninter.com/noticias/seis-cuidados-no-uso-de-plantas-medicinais

 

 

Medicamentos Fitoterápicos e Plantas Medicinais:
 Principais Diferenças

 
 
Ao se falar em tratamentos naturais, a ideia é que o termo, plantas medicinais resume todas as possibilidades, algo que não corresponde à verdade. Planta medicinal refere-se à utilização do vegetal ou de partes dele sem qualquer processo de industrialização. O responsável por seu efeito terapêutico chama-se princípio ativo.

A utilização mais comum das plantas é para a preparação de chás. Confeccionadas por meio da infusão ou da decocção, essas bebidas podem ser ingeridas ou, ainda, usadas para a preparação de compressas. Também é possível fazer xaropes, solução para gargarejo ou, ainda, pastas caseiras.

Já os fitoterápicos são medicamentos produzidos a partir das partes das plantas medicinais que contêm o princípio ativo responsável pelo alívio dos sintomas. A fórmula pode ser composta por outras substâncias de origem vegetal, como óleos ou extratos.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) é responsável por regulamentar a fabricação e comercialização dos fitoterápicos que, como qualquer outro medicamento, devem oferecer garantia de qualidade, ter ação terapêutica comprovada e composição padronizada.

O processo de produção é acompanhado e controlado de forma que cada componente seja combinado nas quantidades corretas a fim de se obter o alívio desejado e evitar efeitos tóxicos. Esse controle de qualidade afasta a possibilidade de contaminação por fungos e metais pesados, uma situação comum com as plantas medicinais.

Portanto, diante dessas informações, podemos apontar que a principal diferença entre as plantas medicinais e os fitoterápicos é que um é matéria-prima do outro. Para além disso, enquanto os vegetais são utilizados sem qualquer processamento, os medicamentos passam por uma transformação industrial.

Precauções no uso de plantas medicinais e fitoterápicos

De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), cerca de 80% da população de países em desenvolvimento, como é o caso do Brasil, fazem uso de tratamentos naturais, sendo que, destes, 85% recorrem às plantas medicinais.
Considerando essa realidade, a utilização tanto de vegetais como de medicamentos fitoterápicos passou a ser acompanhada de perto por autoridades sanitárias e de saúde. Uma das principais preocupações em relação a tais produtos é a possibilidade de intoxicação, uma vez que é possível confundir espécies e errar na dosagem.
m 2006, o Decreto 5.813 instituiu a Política Nacional de Plantas Medicinais e Fitoterápicos (PNPMF) com diretrizes para a comercialização e o uso mais seguro dessas alternativas. Isso significa que a utilização delas é estimulada desde que provenientes de fontes idôneas e acompanhada por um profissional de saúde.

No caso da utilização de plantas, é fundamental ter a certeza da sua origem e de que não houve possibilidade de contaminação. Além disso, convém verificar as contraindicações. Normalmente, crianças, grávidas e pacientes com determinadas condições possuem mais restrições.

Vale lembrar, ainda, que os fitoterápicos, apesar de submetidos a um padrão de produção seguro, que elimina hipóteses de propagação de microorganismos, por exemplo, são medicamentos e devem ser prescritos por um profissional de saúde.

Fonte: https://otaviomelo.com.br/

 

 

Fitoterapia é Alternativa para Transtornos de Ansiedade e outras Doenças
Potencial das plantas medicinais no tratamento de diversas enfermidades vem ganhando espaço na área da saúde

 
 

Desde os tempos dos nossos avós já ouvíamos falar sobre o poder das plantas para a cura de diversas doenças. Aquele chazinho para aliviar a dor de estômago ou até mesmo um xarope para tosse ou problema respiratório tem eficácia sim e já são prescritos nos consultórios médicos.

O potencial das plantas no tratamento de diversas doenças tem ganhado notoriedade na área de saúde. Só na cidade de São Paulo o fornecimento desse tipo de medicamento cresceu 662% em 2019, se comparado ao ano de 2015.

Segundo o professor de fitoterapia da USP, Daniel Alan Costa, entre as plantas medicinais que já são prescritas nas unidades básicas de saúde estão a isoflavona de soja e a garra do diabo.

“No caso da isoflavona de soja há comprovações científicas de sua eficácia para mulheres na menopausa. A garra do diabo é um anti-inflamatório e analgésico natural. Há indicações também da valeriana, planta que ajuda muito nos casos de ansiedade, insônia e até depressão”, afirma.

De acordo com a Abifisa (Associação Brasileira das Empresas do Setor Fitoterápico, Suplemento Alimentar e de Promoção da Saúde), o setor tem crescimento contínuo e registra um aumento de 10% ao ano.

“A fitoterapia é uma tendência mundial, principalmente porque as pessoas têm buscado opções mais naturais, com menos efeitos colaterais”, acrescenta Daniel.

 Plantas medicinais e suas indicações

Entre as plantas que merecem destaque na fitoterapia está a Moringa. “A Moringa Oleífera é uma das plantas mais importantes do mundo e que tem origem na Índia. Cada parte da sua estrutura contém um recurso medicinal valioso podendo ser utilizada tanto como erva nutricional ou para ação farmacológica com efeitos antiasmáticos, antidiabéticos, hepatoprotetor, anti-inflamatório, anticâncer, antimicrobiana, antioxidante, cardiovascular, anti-úlcera, atividade antialérgica, cicatrizante, analgésica e antipirética”, explica Daniel.

Já um dos fitoterápicos que caiu no gosto dos brasileiros e que acompanha muitas gerações, é o xarope caseiro feito à base de água, guaco e mel. “A medicina popular sempre se destacou pelo acesso fácil e barato a formas terapêuticas eficazes, fáceis de usar e sem riscos. É este espaço que os xaropes caseiros ocupam”, complementa o professor Daniel Alan.
O guaco é altamente utilizado para o combate a tosse, afecções pulmonares, sinusites, gripes e resfriados. “Ele age como bronco dilatador na asma e ainda apresenta função antisséptica e cicatrizante”, diz.

Já o eucalipto é um expectorante e fungicida que tem indicações para doenças das vias respiratórias, gripes, bronquites, asma, tosse, além de funcionar como um perfeito repelente de insetos.

Para quem adora preparar esse tipo de remédio caseiro um alerta: “Apesar de ser um recurso simples e seguro, devemos sempre procurar ajuda médica caso os sintomas persistam ou surjam qualquer desconforto ou sensação que não é esperado. A automedicação, mesmo que natural, pode trazer riscos. Afinal o que diferencia o veneno do remédio é a dose”, finaliza o especialista.

Fonte: https://ciclovivo.com.br/vida-sustentavel/equilibrio/fitoterapia-e-alternativa-para-transtornos-de-ansiedade-e-outras-doencas/

 



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